segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Quando sentei na calçada e chorei

Apenas senti meus olhos arderem como se quisessem se libertar do meu corpo. Ainda estava descendo a sua rua quando essa vontade veio destruidora como uma explosão e fiquei sem como reagir.

A primeira gota foi a pior e ela foi seguida por outras. Minhas pernas já estavam fracas, meu coração disparado, minha respiração ofegante. E o meu grito. Grito de dor, de desespero para que alguém no mundo assista esta cena.

Não me aguentando mais em pé, permaneci sentado ali, socando o chão, de cabeça baixa, olhos vermelhos encarando o asfalto negro.


Então me levantei.
Uma sensação de satisfação surge. O mundo ficou mais leve e simples.
E continuei o meu rumo, mesmo sem poesia e razão.

4 comentários:

Daiana Moriá disse...

Sabe, eu gosto do qe vc escreve...
é, sabe, eu gosto de vc... ;]

Causos Estranhos disse...

ahh adorei o post, mt bonito. vc escreve bem pois é td muito real. beeijos, voltarei pra ler os proximos

UmaEstranhaPerfeita disse...

E as vezes alguns consegue chegar a tal, e difícil compreensão -> Que na vida...não dá p se chorar por quase ninguém, pois o mesmo, pode está bebendo nossas lágrimas numa taça de orgulho e despeito.

UmaEstranhaPerfeita disse...

E as vezes alguns consegue chegar a tal, e difícil compreensão-> Que na vida...não dá p se chorar por quase ninguém, pois o mesmo, pode está bebendo nossas lágrimas numa taça de orgulho e *desprezo!